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Termos e Conceitos Básicos

Bit

Corresponde a um dígito binário, que pode valer 0 ou 1. A palavra vem do ingles BInary digiT. Em inglês, a palavra bit também significa “pequeno pedaço“
Byte
Corresponde a um agrupamento de 8 bits. Um byte pode ter uma valor mínimo de 0 (00000000) e um valor máximo de 255 (11111111).3
Kilobyte
Múltiplo do byte, correspondendo a aproximadamente 1000 bytes, abreviado como Kb. Como a base numérica é 2 e não 10, na realidade o valor correto de 1 Kb é 1024 bytes.
Megabyte
Múltiplo do byte, da ordem de grandeza do milhão, abreviado para Mb. Da mesma forma, 1 Mb não correspondem exatamente a um milhão de bytes, mas sim a 1048576 bytes.
Gigabyte e Terabyte
Múltiplos maiores do byte, correspondendo a aproximadamente 1 bilhão e 1 trilhão de bytes, abreviados respectivamente Gb e Tb.
ASCII
Abreviatura de American Standard Code for Information Interchange, é uma tabela de valores padronizada para representar em bytes os diversos caracteres, para padronizar a troca de dados entre diversos sistemas. Também denominada de tabela ASCII, ela tem os valores de caracteres até 31 para caracteres de controle, e valores de 32 a 127 para sinais de pontuação, caracteres numéricos, letras maiúsculas, letras minúsculas e caracteres especiais. Os valores acima de 127 são usados para caracteres especiais (letras acentuadas e caracteres específicos de alfabetos europeus, como o português, o alemão, e outros). Esta área dos caracteres altos possui várias variações, chamadas Páginas de Código. Normalmente, para acentuação em português no DOS usa-se a página de código 850.
Unicode
A tabela ASCII gasta um byte para cada código, e portanto tem capacidade de até 255 caracteres. Isto entretanto é pouco para as linguagens orientais. Foi criada então uma nova tabela, com dois bytes, derivada da tabela ASCII, denominada Unicode, com capacidade de armazenar 65536 caracteres, ou seja, além dos caracteres ocidentais, pode armazenar caracteres hebraicos, cirilicos, árabes, hindus, kanji, e outros.
Hardware
É a palavra usada para definir a parte física de um equipamento. Originalmente, a palavra hardware que significa “ferragem“ em inglês, e, como os computadores da primeira geração se espalhavam por vários racks de ferro contendo seus circuitos e fiações, os técnicos da época passaram a designar o equipamento genericamente por ferragem - hadware, termo esse que passou a designar depois qualquer tipo de computador. Além do computador, formado por placas, discos, microprocessadores e outros, incluem-se nesta definição as impressoras, monitores de vídeo, scanners, mouses, entre outros
Software
São os programas, que dão vida e função aos computadores. Como a palavra hardware tem no seu início a palavra hard -duro, difícil - foi criado o neologismo colocando-se o seu antonimo, soft - macio, criando-se então a palavra software. Os programas são escritos em linguagem digital e comandam todo o funcionamento do computador. Sem um software ou sistema de qualquer tipo, um computador ficaria indiferente ao mundo em geral, e para com os humanos em particualr. Podemos, a grosso modo, separar o software (programas) em dois grandes grupos: os aplicativos, programas que o usuário vai realmente utilizar (processadores de texto, navegadores da Internet, programas gráficos, jogos, etc), e os utilitários, programas normalmente usados para executar tarefas de manutençao e ajuste no computador (programas de backup, compactadores de arquivo, ferramentas de manipulação e ajuste de discos - formatadores, desfragmentadores, verificadores de superfície - e outros).

Sistema Operacional
É um conjunto de programas que é ativado no instante que o equipamento é ligado, responsável pelo controle do equipamento, pelo interfaceamento com o usuário e com os diversos periféricos, e pela execução dos programas aplicativos do usuário. Todo equipamento que tenha um processador, desde uma calculadora de bolso, um pager até um computador de grande porte, capaz de ter milhares de usuários ao mesmo tempo, precisam de um sistema operacional para o seu funcionamento.
Periférico
qualquer equipamento que se conecte a um computador. Podem haver periféricos de entrada (transmitem informações para o computador) ou de saída (recebem informações do computador e a devolvem ao mundo externo). Por exemplo, temos: teclado, monitor de vídeo, impressora, scanner, microfones, caixas de som, camaras de vídeo digitais, e outros.
Hertz
Unidade de básica de frequência, correspondente a um ciclo por segundo. Abrevia-se Hz
Kilohertz
Múltiplo correspondente a 1.000 ciclos por segundo. Abrevia-se KHz. Os primeiros computadores trabalhavam a frequencias da ordem do KHz.
Megahertz
Múltiplo correspondente a 1.000.000 de ciclos por segundo, abreviado como MHz. Considerando um valor médio de 4 instruções por ciclo, um computador que trabalhe a 400 MHz poderá teoricamente processar 400 milhões de instruções em um segundo.
Gigahertz
Múltiplo correspondente a 1.000.000.000 de ciclos por segundo, abreviado como GHz.
Clock
Apesar de ser traduzido como relógio, é um circuito que irá “pulsar” a uma determinada frequência constante (em MHz), e esta pulsação será utilizada para sincronizar todos os dispositivos internos do computador. Portanto, quando se diz “micro Pentium de 500MHz”, estamos especificando qual a frequencia do clock do equipamento.
Memória
Circuito eletrônico digital capaz de reter informações. Estas informações estarão em formato binário, ou seja, será composta internamente por zeros (circuito desligado) e uns (circuito ligado). Inicialmente, as memórias dos computadores eram construidas de núcleos de ferrite que se magnetizavam de acordo com o valor do bit a ser armazenado. Hoje em dia as empresas fabricam as memórias em chips de silício. Quando se executa qualquer aplicativo em qualquer arquitetura de computador, estamos utilizando sua memória.
Memória RAM
É a memória onde realmente somos capazes de armazenar e recuperar informações. O seu nome vem de Random Access Memory, ou memória de acesso aleatório, porque somos capazes de armazenar ou ler dados de qualquer posição (ou endereço). Esta memória é alimentada pela energia do equipamento, o que significa que ao se interromper a energia elétrica suas informações são perdidas. É nesta memória que o sistema operacional será carregado (pelo menos em parte), e que os programas e dados necessários para o seu funcionamento ficarão armazenados. O tempo de acesso das memórias é medido em milisegundos. O tamanho da memória RAM, que atualmente é medido em Megabytes, pode variar de computador para computador. A necessidade de ter pouca ou muita memória depende exclusivamente dos softwares (programas) a serem utilizados no micro.
Memória ROM
É um tipo de memória (normalmente um chip apropriado) em que, uma vez os dados sendo gravados, eles não serão apagados, e, da mesma forma, outros dados não poderão ser gravados, e portanto daí o seu nome (Read Only Memory - memória apenas de leitura). Normalmente este tipo de memória é utilizada para guardar os processos básicos iniciais do equipamento (BIOS - Basic Input Output System), sendo que algumas arquiteturas de computadores (MacIntosh, por exemplo) possuem parte do sistema operacional armazenada em uma ROM. Atualmente, os chips são chamados não de ROM, mas de EPROM (Eraseble Programable Read Only Memory - memória apenas de leitura programável e apagável), pois essas memórias poderão ser apagadas (normalmente, aplicando-se uma carga de radiação ultravioleta sobre o chip) e reprogramadas (em dispositivos especiais para isso). Estes chips são fáceis de ser identificados porque possuem na sua parte superior de seu invólucro uma janela de quartzo transparente onde se pode enxergar o chip, sendo esta janela utilizada exatamente para a aplicação da radiação ultravioleta.
Memória virtual
Técnica desenvolvida antes do evento dos microcomputadores, quando os computadores tinham que atender vários usuários e não tinham memória RAM suficiente para a demanda. A memória virtual consiste em se dedicar uma parte da unidade de armazenamento (disco rígido) para ser usada para armazenar informações que eventualmente deveriam estar armazenadas na memória RAM, num processo denominado paginação de memória. Desta forma, a eventual falta de circuitos de memória pode ser compensada por espaço em disco suficiente. Esta técnica é adotada ainda hoje, principalmente nos sistemas operacionais mais modernos, tais como Windows, Windows NT, Unix, Linux, etc, pois isto permite a execução de um numero grande de aplicativos ao mesmo tempo. Entretanto, deve-se notar que, à medida que o processo de paginação aumenta, o tempo de resposta do equipamento irá se degradando, pois o tempo de leitura e recuperação de uma página no HD é bem mais lento que o que seria gasto se a informação estivesse toda na memória.
Memória cache
Com o aumento da velocidade dos processadores, o tempo de acesso das memórias ficou baixo em relação ao tempo de resposta dos processadores, que tinham que aguardar vários ciclos do clock sem executar nada, simplesmente aguardando uma informação ser lida ou gravada na memória. A solução adotada foi um circuito de memória RAM intermediário, mais rápido (e portanto mais caro) do que a RAM normal, porém de menor tamanho (menos de 1 Mb), entre o processador principal e a memória RAM, denominado de cache, de forma que o processador ao solicitar uma informação da memória o circuito interno verifica inicialmente se a informação desejada está na cache, e, caso não esteja, ele será lá colocado, de modo que se este dado for solicitado novamente não haverá necessidade de o buscar na RAM, liberando-o dos ciclos em vazio, com reflexo imediato no desempenho do equipamento.
BIOS
Memória permanente (ROM) contendo rotinas em linguagem de máquina próprias de um determinado dispositivo ou computador, para que o sistema operacional o possa utilizar de forma correta. É o BIOS que
coloca no ar o sistema operacional. Eventualmente, algumas placas periféricas (tais como controladoras de disco SCSI) poderão ter sua BIOS própria.
Jumper
Pequena peça metálica revestida de plástico, que serve para conectar dois pontos de uma placa de circuito, podendo ser colocada ou retirada pelo usuário. Normalmente é usado para se configurar o hardware, agindo como se fosse um interruptor que fica permanentemente ligado (ou desligado).
Slot
Encaixe cheio de contatos onde uma determinada peça eletrônica se conecta à outra. Nos micros, slots são usados para ligar os diversos periféricos internos (modem, placa de vídeo, etc) à placa principal.
Driver
Pequeno programa que permite que o sistema operacional trabalhe com determinado dispositivo ou periférico, ou seja, é um software que permite o acesso ao hardware.
Drive
Não confundir com o termo acima, este outro significa normalmente os dispositivos de armazenamento de massa. Temos por exemplo o drive de disquete, o drive de CD, o drive de disco rígido, etc...
Formas de Comunicação
Pode-se ter comunicação simplex (unidirecional, um transmissor e um receptor); half duplex (bidirecional, sendo que num determinado instante a comunicação só é processada em um sentido) e full duplex (bidirecional, e tem-se comunicação nos dois sentidos ao mesmo tempo).
Comunicação serial
Forma de transmissão de dados em que os diversos bits de informação são transmitidos em sequencia, ou seja, em série. Teoricamente, a comunicação poderá ser feita utilizando-se uma única via (fio). A comunicação remota de dados via linha telefonica é serial. A velocidade da comunicação serial é medida pelo numero de bits transmitidos em um segundo (bps – bits per second).
Bit de partida (start bit) e Bit de parada (stop bit)
São bits acrescentados pelo sistema aos bits que correspondem à informação, destinados a sinalizar quando um byte se inicia e/ou quando termina.
Bit de paridade
Bit acrescentado à informação, para garantir que um determinado byte seja sempre par ou ímpar, conforme o padrão estabelecido (paridade par ou ímpar). O receptor examina o byte recebido e recalcula a paridade, para ver se houve algum erro na recepção dos dados.
RS-232
Padrão de comunicação serial utilizado pelos computadores. Com este padrão, a velocidade máxima (ou taxa) de transmissão de dados é de 115200 bits/segundo, e utilizando-se este padrão o cabo pode ter até 200 m de distância.
Porta Serial
Conector no computador onde podem ser conectados dispositivos seriais, que sigam o padrão RS-232. Em geral, são ligados os seguintes dispositivos: mouse serial, impressora serial, modem externo.+
Modem
Dispositivo de comunicação, capaz de pegar um sinal digital do computador e modulá-lo de forma a poder ser transmitido pela linha telefonica, e de pegar um sinal modulado da linha e demodulá-lo de modo a extrair de volta o sinal digital e repassá-lo ao computador. O seu nome vem exatamente dessa habilidade (MOdulador DEModulador). Sua função protanto é transformar os sinais digitais do computador (normalmente sinais de zero volts - 0 e 5 volts - 1) em sinais analógicos possiveis de serem transmitidos pela linha telefonica, que trabalha a tensão de 48 Volts. O modem transforma os zeros em um valor de frequencia e os uns em outra Ê frequencia, e depois executa a modulação deste som. O ruído que escutamos quando, por exemplo, executamos um acesso à internet ou outro serviço de comunicação é exatamente a modulação feita pelo modem dos sinais digitais em sinais analógicos (áudio).
Comunicação paralela
Forma de comunicação em que os diversos bits que compõem um byte são transmitidos ao mesmo tempo, em paralelo. Teoricamente, precisa de 8 fios (um para cada byte) para efetuar a comunicação, e também teoricamente é mais rápida que a comunicação serial.
Centronics
Padrão de comunicação paralela usada pelos computadores PC.
Porta paralela
Conector no computador onde são conectados dispositivos paralelos, usando o padrão Centronics. Normalmente, nesta porta são conectadas as impressoras, podendo também ser conectados dispositivos tais como unidades de disco Zip Drive ou scanners paralelos. A velocidade da porta paralela é maior que a porta serial, porém, por questões técnicas, o cabo paralelo não pode ser maior que 5 metros, ao passo que cabos de ligação serial podem atingir dezenas ou centenas de metros.
USB 1.0, 2.0 e Firewire.
(Pesquisa).

 

 
 
 
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